Estatísticas do Mês – Fevereiro 2017

Comemoramos hoje um mês de viagem e nada melhor que as estatísticas do primeiro mês para o comemorar.

Começámos a nossa viagem na noite do dia 8 de Fevereiro, tendo dormido durante os 20 dias do mês em 7 destinos diferentes, distribuídos por 3 países – Brasil, Argentina e Uruguai.
Face ao nosso orçamento à saída de Portugal, gastámos cerca de 20% a mais do que a previsão para este período. A derrapagem repartiu-se por taxas de utilização dos cartões (custo esquecido no orçamento), compras de algumas coisas que nos esquecemos de trazer e viagens de longo curso. No restante conseguimos ser bastante fiéis ao orçamento.

Alguns dados interessantes:

  • A nossa estadia mais económica foi na maior cidade, Buenos Aires, onde ficámos em dormitório de 4 camas, com pequeno-almoço e algumas atividades gratuitas, por apenas 16€/noite para os dois
  • A pior estadia foi em Cabo Polónio, e foi também das mais caras, quase o triplo da diária de Buenos Aires
  • Caminhámos em média 12km por dia, sem nunca ter posto os pés num táxi
  • Percorremos um total de 3500km de autocarro, o equivalente a ir do Porto a Estocolmo por terra, atravessando toda a Europa (para ficarem com uma ideia da escala da América do Sul e como só arranhámos a superfície podem ver o mapa de seguida com o nosso percurso durante o mês)
  • Metade dos custos foram em viagens, o que já seria de esperar; se somarmos os alojamentos, representam mais de 2/3 do total dos custos do mês
  • Gastámos em alojamento um valor inferior a algumas rendas em Portugal, demonstrando que nem tudo é caro quando se está a viajar; e temos a certeza que este valor irá descer quando formos para países não tão comerciais
  • A estadia mais cara foi reservada no dia anterior; até agora têm compensado muito as reservas antecipadas no Booking (só em Buenos Aires poupámos 80€ face a uma reserva de véspera no mesmo hostel)
  • Apenas trocamos de planos duas vezes:
    • De Foz do Iguaçu para Puerto Iguazu (não foi uma boa decisão, apesar do bom alojamento, foi o dobro do preço e perdemos muito tempo)
    • De hostel em Rosário (forçados por um proprietário que não sabia utilizar o Booking, entre outras coisas)
Percurso
Percurso do mês e localização actual (Fonte Google Maps)

Fiquem com os dados:

  • 20 dias
  • 7 destinos
  • 3 países:
    • Brasil
    • Argentina
    • Uruguai
  • O Melhor – Cataratas de Iguaçu
  • O Pior – Drone avariado depois de utilizar uma única vez
  • Alojamentos:
    • O Melhor – Petit Hotel Caraguata (Puerto Iguazu) – 42€/noite
    • O Pior – Hostel La Rueda (Cabo Polónio) – 37€/noite
    • O mais caro – Petit Hotel Caraguata (Puerto Iguazu) – 42€/noite
    • O mais barato – Portal del Sur Hostel (Buenos Aires) – 16€/noite
    • 1 noite em avião
    • 3 noites em autocarro
    • 12 noites em hostel:
      • 4 noites em quarto privado
      • 8 noites em dormitório
    • 4 noites em hotel
  • Piores decisões:
    • Alojamento em Cabo Polónio
    • Voo Air Europa Porto – São Paulo
    • Pedir pizza com o telemóvel português em São Paulo
  • Maiores despesas:
    • Voo Porto – São Paulo
    • Viagem de autocarro de Puerto Iguazu a Rosário ( 1182km em 20 horas)
    • Viagem de autocarro de São Paulo a Foz do Iguaçu ( 1060km em 15 horas)

Distribuicaodespesas

  • Estimativa de distâncias percorridas:
    • 8815 km de avião
    • 3551 km de autocarro
    • 225 km a pé
    • 0 km de comboio
    • 0 km de barco/ferry
    • 0 km de taxi
    • 0 km à boleia

4 pensamentos sobre “Estatísticas do Mês – Fevereiro 2017

  1. Sete destinos em 20 dias dá 3 dias por destino, é o ideal para se ficar a conhecer bem! Como dizes às vezes gastasse menos a viajar do que em casa a pagar uma renda..

    Porquê que não usas o comboio? É mais caro que o autocarro ou não há?

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    1. Boas perguntas! Até agora, que ainda estamos fresquinhos, diríamos que até estamos a viajar algo devagar. Mas até é útil para podermos manter o blog actualizado, o que nos dá bastante trabalho 🙂
      Infelizmente na Argentina os comboios só existem em trajectos muito pequenos e só em certas áreas do país. O autocarro é o transporte mais habitual para deslocações grandes. Quem tem pressa e dinheiro vai de avião! Obrigado pelo comentário 😉 Grande abraço!

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      1. Diria que não aceleramos, até sentimos que foi em ritmo mais lento. Explica-se pela Patagónia ser enorme e com os pontos interesse muito mais afastados. Além de termos viajado desde Buenos Aires para lá de autocarro.

        Abraço!

        Gostar

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