ESTÁTUA DA LIBERDADE E ELLIS ISLAND (EUA)

Estátua da Liberdade e Liberty Island

A estátua da Liberdade, que representa a Miss Liberty, foi uma prendinha da França, quando se comemoraram os 100 anos de independência (1876). Há belas prendas!!! A estátua só foi inaugurada em 1886, pois desenhar, criar, montar, desmontar e enviar de França foi demorado. Depois, ainda levou a algum tempo a chegar aos EUA e a ser montada. Esta obra teve Bartholdi como seu escultor e o apoio de Eiffel. É património da UNESCO e uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo.

Tivemos imensa dificuldade em comprar os bilhetes. Sabíamos que a subida até à coroa esgotava com meses de antecedência, portanto começamos a tentar em novembro com vários cartões de crédito VISA e Mastercard, não tínhamos na altura American Express, e até com virtuais, mas não havia forma da compra ter sucesso. Estávamos quase, quase a desistir, quando descobrimos este site. Escolhem o dia e a hora e o preço é 28,5$ para adultos, 24$ para maiores de 62 anos e 19$ para crianças. Como estes bilhetes esgotam com semanas de antecedência (neste momento, em junho, só há disponibilidade para setembro), aconselhamos a compra do bilhete que permite aceder ao pedestal da estátua. O preço é 25,5$ para adultos e tem preço reduzido para maiores de 62 anos (21$) e para crianças (16$). Ambos incluem ferry até Liberty Island e Ellis Island com áudio-guia. É necessário identificar os visitantes e o porto de partida (Battery Park em NY ou Liberty State Park em NJ – New Jersey). O ideal é levar os bilhetes já impressos e seguir para a zona de controlo de segurança. Cheguem cedo para conseguirem um bom lugar no terceiro andar do ferry (melhor vista). Em contrapartida, os andares de baixo têm bar. As visitas da tarde não permitem ir às duas ilhas, por falta de tempo.

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Vale a pena usar o audio-guia gratuito para perceber a história da estátua, desde o porquê da oferta de França, como as dificuldades na construção da estátua e as diversas maquetes que estiveram na sua origem. Confessamos que é mais imponente vista de longe do que in loco. É e será sempre a Liberty Statue, símbolo de liberdade, uma senhora que carrega “uma tocha”, que foi modernizada (agora é a fingir). Afinal, a senhora já tem mais de 120 anos. Sem querer fazer spoiler a quem nunca visitou, o pedestal está super bem organizado, mas a estátua em si é como estar dentro de uma manta de retalhos, onde podem ver a união das diversas partes. Após o termos feito, não temos a certeza que valha a pena a subida à coroa, não sendo para nós uma experiência a repetir, mas fica ao critério de cada um. Até aos restantes pisos sobe-se ao ritmo individual e não somos pressionados a subir mais depressa ou a “desocupar” o local. Na coroa já é diferente, as escadinhas são estreitas e sobe-se em fila indiana. Se alguém parar para tirar fotografia a fila não anda e ficam bloqueados entre turistas. Há vários funcionários a controlar os tipos de bilhete para que não haja enganos, mas sempre de forma cordial. Como nota, são 167 degraus até ao pedestal e mais 168 até à coroa.

Não se deve perder a oportunidade de passear pela Ilha da Liberdade e “olhar” Nova Iorque. Tem lojas, WC, cafés e alguns restaurantes.

Ellis Island e Museu Tenement

O nome vem de um antigo dono da ilha, Samuel Ellis, dado em 1785. Foi utilizada como um posto militar quando o governo conseguiu recuperar a ilha.

Alguns anos mais tarde, quando a América se tornou sinónimo de uma vida nova e de liberdade, muitos foram os que emigraram. A “filtragem”/receção de cada imigrante (principalmente de Itália, Irlanda e Inglaterra) foi feita nesta ilha.  Custa ver o que se passou ali, desde os inquéritos, as condições em que ficavam e as histórias de quem não foi aceite e foi deportado. Havia, inclusive, controlo médico, e é possível sentirem-se quase na pele daquelas pessoas. O Museu de Imigração está bem conservado e organizado, mantendo gravações das vozes originais que nos contam a sua história. Vão ler testemunhos que vos tocam e destinos traçados que gostavam que tivessem outro fim. Há várias salas, algumas são réplicas do que eram entre 1892 e 1954, com mobiliário, documentos e equipamentos da época.

Vale a pena visitar esta ilha juntamente com a Estátua da Liberdade, mas no total podem considerar meio dia de visita. Ao regressar, estando em Battery Park, devem aproveitar para conhecer Downtown ou apanhar o ferry para Staten island (grátis!).

365 dias no mundo estiveram 7 dias em Nova Iorque, de 14 a 21 de janeiro de 2017
Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ 
Preços: elevados
Categorias: cidade, cultura, música, arquitetura, compras, teatro
Essencial: Wall Street, City Hall, WTC, Battery Park, Brooklyn Bridge, Broadway
Estadia Recomendada: mínimo de 5 dias

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