O “beber um copo”, apesar de ser também uma expressão portuguesa, é um acto mundial. Saímos à noite com amigos e ficamos num bar a beber um copo, ou vários, enquanto se falam trivialidades. Ou saímos do trabalho e, antes do jantar, vamos beber uma cerveja. Por todo o mundo há pessoas que bebem socialmente, com amigos, conhecidos ou desconhecidos, e isso leva a que haja uma oferta infinita de bebidas, sejam cocktails, cervejas, vinhos, ou bebidas “brancas”. Uma das coisas que nos interessou na América Latina foi descobrir as suas bebidas típicas. Gostámos de algumas, outras nem tanto. Geralmente falamos de beber um copo quando nos referimos a bebidas com álcool, e é sobre essas que vamos falar.

 

Brasil:

Temos a cerveja (chope), bebida numa esplanada, será o equivalente à nossa imperial, ou fino.  A palavra vem do alemão Schoppen, um “copo de meio litro”.

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Temos a caipirinha, que já existe em todo o mundo, feita com cachaça, gelo picado, açúcar amarelo e lima.

 

Argentina:

Na Argentina bebemos alguma cerveja artesanal, mas o clericot (sangria branca) é famoso, que também se bebe no Uruguai. Temos o mate ou chimarrão, que se bebe no Uruguai, Brasil, Paraguai e Argentina. É sem álcool, uma infusão de ervas, numa espécie de ritual em grupo, muito habitual.

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Chile:

O terramoto conquistou-nos, apesar de ser pesado (bastante alcoólico), mas o nosso preferido é o pisco sour. O terramoto é uma mistura bifásica de vinho branco, gelado de abacaxi (ou helado de piña), licor fernet e xarope de romã (granadina). O pisco sour leva pisco, xarope de açúcar e sumo de limão.

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Perú: 

O pisco sour peruano difere do chileno. Leva pisco, xarope de açúcar, sumo de limão, clara de ovo  e 3 gotas de angostura. Também temos a chicha morada, mas falaremos de chicha, a seguir, na Colômbia. Já falámos na receita aqui.

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Colômbia:

Na Colombia bebe-se chicha, tal como no Perú. A chicha é uma bebida de raízes e cereais fermentados, neste caso milho. O licor colombiano é amarelado, mas o peruano é “morado”, ou seja, avermelhado, pelo tipo de milho.

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Nicarágua:

Apesar de “traçar” cerveja ser típico do México, foi na Nicarágua que provámos. A michelada leva uma mistura de coisas: sumo de limão, picante, sal, sumo de tomate, molhos inglês e de soja, tudo isto com cerveja. O Tiago detestou. A Raquel nem por isso, até achou agradável.

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Equador, Bolívia, Panamá e Costa Rica ficam de fora porque não nos recordamos de nenhuma bebida em especial, ou memorável.

365 dias no mundo estiveram num mochilão pela américa latina de fevereiro a julho de 2017

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