
Manágua, a marca do terramoto (Nicarágua )
Manágua foi a nossa penúltima cidade do mochilão e talvez a que desfrutámos menos. É uma cidade onde é evidente a destruição pós-terramoto.

Manágua foi a nossa penúltima cidade do mochilão e talvez a que desfrutámos menos. É uma cidade onde é evidente a destruição pós-terramoto.

É uma capital próxima da cultura americana, com muitas luzes e lojas, mas muito latina. A maioria dirá que é uma cidade sem graça, nós tivemos azar e com o apagão pouco temos para vos dizer.

Dominical é região de surf, de praias “desertas”, de cascatas, e de araras, baleias, tartarugas marinhas, macacos e muito mais (até de crocodilos). A não perder!

Em Quepos encontra-se um dos parques mais famosos e imperdiveis do país. Pela primeira vez vimos preguiças e ficámos fascinados.

Vulcão, lagos, trilhos, termas, espaços de aventura, campos de lava, querem mais numa única cidade?

Estamos no Canal do Panamá, uma obra colossal de engenharia. É por interesses na posse do aluguer do Canal que nasce o Panamá enquanto nação independente.

Bogota tem vida e merece ser conhecida. Observem os grafittis, as casas coloniais, subam a Monserrate, apreciem os vendedores de esmeraldas, mas deambulem pela cidade.

Última paragem na Colômbia. Capital e palco de grandes acontecimentos, toda a cidade transpira história, cultura e cor.

A duas horas de Medellín encontramos Guatapé, uma pequena vila colorida com um famoso monolito de 220 metros.